quinta-feira, outubro 13, 2005

A afagável irritação cutânea do ser

Algo que me faz comichão na cútis é a questão inesquecível das sinalética das portas.
Ora, "Empurre" e "Puxe" é algo muito subjectivo.
É uma das questões que mais fizeram pensar os grandes filósofos aquando a época... bem... deles!

Vai um "cámone" a sair da Tasca do Zé, no Bairro da Tarrachinha em plena Lisboa-city e olha para o sinalzito e pensa:

"Ór lémmi si.. Xure ai puxe ór xure ai empurrayt?"

E vai dai, empurram, a porta ricochiteia-o (não sei se a palavra existe, mas soa bem no contexto) dão uma cotovelada no tipo da mesa detrás que por acaso é primo do vizinho do Zé da Tasca, e pronto, está instalado o pânico no Pais, na Europa, ou pior, no Bairro da Tarrachinha! Estamos a falar de um conflito que pode provocar o caos e acabar com o negócio do turismo em Portugal!
Eu sei porque disseram-me que isto tinha acontecido a semana passada. Acho eu! Quer dizer, não sei, eu não disse nada, apenas escrevi. Normalmente não escrevo sem pensar, mas escrevi sem pensar desta vez porque me disseram isto. Ao fim ao cabo, pensei no que me tinham dito, mas não quando escrevi.

Ainda bem que esclareci isto. Estou com fome.

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